O grão de trigo
“Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem. Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto. Quem ama a sua vida perde-a; mas aquele que odeia a sua vida neste mundo preservá-la-á para a vida eterna. Se alguém me serve, siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, o Pai o honrará.”
João (12:23-26)
Jesus começa falando sobre sua própria morte e ressurreição usando uma metáfora. Ele compara sua própria morte ao plantio de um grão de trigo. Assim como o grão de trigo deve morrer e ser enterrado para germinar e produzir uma colheita abundante, Jesus deve morrer para que muitos possam encontrar vida eterna.
Em seguida, Jesus faz um convite aos seus discípulos, e por extensão a todos os seus seguidores, a segui-lo em seu caminho de sacrifício e serviço. Ele diz que aquele que ama sua vida a perderá, mas aquele que a odeia neste mundo a guardará para a vida eterna. Isso significa que quem está disposto a renunciar aos seus próprios interesses e desejos egoístas por amor a Jesus e ao seu evangelho encontrará a verdadeira vida e propósito.
Jesus então se apresenta como modelo desse princípio. Ele próprio está disposto a sacrificar sua própria vida para obedecer à vontade do Pai e para salvar a humanidade. Ele mostra aos seus discípulos que o verdadeiro discipulado envolve seguir seu exemplo de humildade, serviço e sacrifício. Jesus afirma que aqueles que o servem devem seguir seu exemplo.
Se alguém deseja servi-lo, ele deve seguir Jesus onde quer que ele vá. Isso requer uma disposição para renunciar ao próprio conforto, segurança e reputação, e estar disposto a enfrentar os desafios e perigos que acompanham o discipulado de Cristo.
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