Quando a gente planta, ninguém vê.
Ninguém aplaude, ninguém reconhece, ninguém percebe.
Porque a semente não cresce no palco… ela cresce no escuro.
Ela se desenvolve no silêncio, longe dos olhos, longe das opiniões.
Mas chega o tempo…
E quando o fruto aparece, todos veem.
Todos comentam, todos admiram, todos perguntam:
“Como você conseguiu?”
O que ninguém viu… foi o que você plantou.
Existe uma lei que não falha:
Você só pode abrir a mão para colher,
se antes abriu a mão para semear.
A colheita só vem… quando a semente vai.
Deus não coloca a colheita na sua mão
se a semente nunca saiu dela.
Lembre-se de Ana…
Ela entregou um filho a Deus,
e Deus respondeu dando a ela cinco.
Uma semente cabe na sua mão,
mas a colheita… não cabe nem nas duas.
Agora entenda algo sério:
Deus não coloca semente no prato de ninguém.
Porque quando você come a semente,
você deixa de ser semeador…
e se torna devorador.
A semente não é para matar sua fome imediata,
é para gerar o seu futuro.
Lembre-se daquele menino…
Ele tinha cinco pães e dois peixes.
Ele poderia ter comido… mas não comeu.
Porque aquilo não era alimento…
era semente.
E quando aquela semente foi colocada nas mãos de Jesus,
ela deixou de ser pequena…
e se tornou abundante.
Na oração do Pai Nosso está escrito:
“o pão nosso de cada dia nos dá hoje”
O pão não era “meu”… era “nosso”.
Sempre foi para repartir.
Sempre foi semente.
E aquela pequena entrega…
nas mãos de Jesus…
voltou como doze cestos cheios.
Quem aprende a compartilhar o pão,
aprende a compartilhar o Pai.
O segredo não é ter o pão…
O segredo é ter o Pai.
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