Eles não eram santos. Não no começo.
Eram homens de carne e osso: impulsivos, frágeis, questionadores, ambiciosos até. Trabalhavam com redes, moedas, palavras ou ideologias. Tinham famílias, rotinas, dores e sonhos. Viviam num tempo duro, sob domínio romano, à espera de um Messias que libertasse seu povo.
E então, Ele apareceu.
Não com espada, mas com um olhar que atravessava a alma. Não com coroas ou exércitos, mas com parábolas e misericórdia. Seu nome era Jesus, e sua simples presença fazia o mundo mudar de cor.


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